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São Tiago, 27 de Maio de 2017 :: 37 visitantes online.

Tem Aedes aegypti na área

Publicado em 30/03/2017 00:00:00


Números de pesquisa revelam que São Tiago não está classificado como área de risco de epidemia. Mas as pessoas não devem vacilar, o vilão da Dengue, Chikungunya e Zika pode infestar o município de uma hora para outra. Moradores que não fiscalizarem o próprio imóvel estão sujeitos a multas superiores a R$1 mil

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Setor de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, divulga, nesta semana, o Levantamento de Índice (LI) de infestação por Aedes aegypti em São Tiago.

A pesquisa é dividida por bairros. No Centro, foram quatro focos de Aedes. Um na rua Henrique Pereira, um na Joaquim Marques da Silva, um na Francisco de Paula Lara e outro na Av. 31 de Março.

No Cerrado, foram dois focos. Um na rua Joaquim Vivas da Mata e outro na Benjamin Bento Lara. No Cidade Nova, foi encontrado um foco, na rua Joaquim Marques da Silva.

Um criadouro também foi detectado no Cruzeiro, na rua Marechal Deodoro. No bairro da ONU não houve nenhum registro. Já no distrito de Mercês de Água Limpa, foi verificado um foco, na rua Valter Teixeira.  

O total do LI registra 0,26% de infestação em todo o município. Conforme o governo do Estado, apenas a partir 1% é que há risco de epidemia.

Mas o supervisor de Serviço Ambiental da SMS, Joel Amâncio, alerta que as pessoas devem continuar vigilantes, já que o mosquito da Dengue, Chikungunya e Zika se reproduz muito facilmente.

“O ovo do Aedes pode resistir em locais secos por mais de um ano. Basta uma chuvinha para ele eclodir e se transformar em larva. Até o mosquito adulto, podem ser menos de sete dias”, explica o supervisor.

A coleta de dados ocorreu entre os dias 1º e 10 de março. Este é o segundo LI do ano, o primeiro foi feito em janeiro e o último está previsto para o final de 2017. Pelas normas da Secretaria de Estado de Saúde, municípios com até cinco mil residências devem ter dos imóveis vistoriados para a elaborção do total LI, como é o caso de São Tiago

Advertências e multas

Vigora no município, desde abril de 2016, a Lei Promulgada Nº 001. Ela dispõe sobre o Programa Municipal de Combate ao Aedes aegypti e prevê advertências e multas que podem pesar no bolso dos moradores.

Caso o agente de vigilância de saúde encontre um foco de mosquito em algum imóvel, e o exame laboratorial der positivo para o Aedes, o servidor público está autorizado a notificar o proprietário com uma advertência.  

Em visita posterior, se persistir o criadouro do inseto, as multas já podem ser aplicadas. Elas são divididas em quatro categorias, leve, média, grave e gravíssima.

Na segunda visita do agente, se houver foco positivo do Aedes, a multa é de R$132,92. Na terceira inspeção, o valor é de R$265,84.

Continuando o foco, numa quarta vistoria, a cobrança passa para R$531,68. A quinta ocorrência é considerada gravíssima e a multa é de R$1063,36.

Os valores arrecadados são destinados ao Fundo Municipal de Saúde. Quem não pagar, entra para a dívida ativa do município e o nome vai para protesto, o que pode gerar restrições ao CPF do cidadão.

Para evitar notificações e multas, as pessoas devem fazer a vistoria nos imóveis e não deixar acumular água em quaisquer objetos. No último Levantamento de Índice, a maioria dos criadouros foi encontrada em caixas d’águas elevadas, pequenos depósitos móveis e fixos.

Agentes de vigilância fazem vistorias todos os dias nas residências do município. Além disso, é realizado o tratamento focal com larvicida em locais que podem acumular água. Mas os protagonistas dessas ação são os moradores, que devem estar sempre em vigilância.    

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